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Inquérito policial convencional e o direito das vítimas do gênero feminino sob a ótica das decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos 1ª edição 2026 | Francini Imene Dias Ibrahin 97885778988

Marca: Mizuno Modelo: 2026 Disponibilidade: Imediata
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Descrição Geral
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">O livro Inqu&eacute;rito Policial Convencional e o direito das v&iacute;timas do g&ecirc;nero feminino sob a &oacute;tica das decis&otilde;es da Corte Interamericana de Direitos Humanos apresenta uma an&aacute;lise jur&iacute;dica profunda, atual e alinhada aos par&acirc;metros internacionais de prote&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos, com especial aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s v&iacute;timas mulheres no contexto da investiga&ccedil;&atilde;o criminal. Publicada pela Editora Mizuno, a obra consolida-se como refer&ecirc;ncia para a compreens&atilde;o do inqu&eacute;rito policial convencional como instrumento efetivo de tutela da dignidade humana, sob a perspectiva de g&ecirc;nero e &agrave; luz da jurisprud&ecirc;ncia da Corte Interamericana de Direitos Humanos.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">De autoria de Francini Imene Dias Ibrahin, o livro articula teoria e pr&aacute;tica ao examinar o papel do inqu&eacute;rito policial em um sistema jur&iacute;dico multin&iacute;vel, refor&ccedil;ando a necessidade de investiga&ccedil;&otilde;es s&eacute;rias, diligentes, imparciais e livres de estere&oacute;tipos, especialmente em contextos de viol&ecirc;ncia contra a mulher.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>&#128220; Sinopse</strong><br /> A todo tempo este primoroso estudo incorpora a perspectiva de g&ecirc;nero e a necessidade da v&iacute;tima mulher receber um &ldquo;olhar diferenciado no sistema de justi&ccedil;a&rdquo;, contando com uma investiga&ccedil;&atilde;o criminal adequada, s&eacute;ria, independente, eficiente e livre de estere&oacute;tipos, considerando as peculiaridades da v&iacute;tima do g&ecirc;nero feminino e o dever de dilig&ecirc;ncia refor&ccedil;ada. O inqu&eacute;rito constitui, assim, um &ldquo;instrumento proativo de garantia dos direitos humanos&rdquo;, como bem defende a autora. Ao adotar o enfoque do sistema jur&iacute;dico multin&iacute;vel e dial&oacute;gico, baseado na centralidade das v&iacute;timas, compartilho da vis&atilde;o da autora de que o &ldquo;ordenamento jur&iacute;dico constitucional e convencional reconhece a dignidade de todos&rdquo; e que este reconhecimento deve nortear os processos investigativos, convertendo o inqu&eacute;rito em instrumento de efetiva prote&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos.<br /> Em um contexto marcado pelo padr&atilde;o hist&oacute;rico, sistem&aacute;tico e estrutural de viol&ecirc;ncia, desigualdade e discrimina&ccedil;&atilde;o contra as mulheres, acentuado pela lente interseccional e pela ideologia sexista e patriarcal, esta relevante obra aponta a um novo paradigma emancipat&oacute;rio, na defesa do inqu&eacute;rito policial convencional, como instrumento de tutela de direitos e garantias, capaz de converter dor, sofrimento e injusti&ccedil;a em direitos, respeito e dignidade a todas n&oacute;s mulheres. Se o estudo &eacute; dedicado &agrave;s mulheres que &ldquo;n&atilde;o tiveram voz nem vez, &agrave;s que sofreram caladas e &agrave;s que gritaram com dor e clamor&rdquo;, esta obra faz ecoar a voz emancipat&oacute;ria dos direitos humanos e a sua pot&ecirc;ncia em transformar realidades, inspirada no valor maior da preval&ecirc;ncia da dignidade humana como princ&iacute;pio estruturante da investiga&ccedil;&atilde;o criminal contempor&acirc;nea. - Fl&aacute;via Piovesan</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>&#128204; T&oacute;picos Abordados</strong><br /> Investiga&ccedil;&atilde;o com perspectiva de g&ecirc;nero<br /> Jurisprud&ecirc;ncia da Corte Interamericana de Direitos Humanos<br /> Di&aacute;logo multin&iacute;vel com as decis&otilde;es das Cortes Europeia, Africana e Tribunal CEDEAO<br /> Hist&oacute;ria das mulheres<br /> Controle de Convencionalidade policial<br /> Standards para investiga&ccedil;&otilde;es de crimes contra as v&iacute;timas do g&ecirc;nero feminino.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>&#128269; Detalhes Essenciais do Livro</strong><br /> Abordagem, metodologia e diferenciais<br /> A obra Inqu&eacute;rito Policial Convencional e o direito das v&iacute;timas do g&ecirc;nero feminino sob a &oacute;tica das decis&otilde;es da Corte Interamericana de Direitos Humanos parte do reconhecimento da v&iacute;tima como sujeito central do processo investigativo, superando vis&otilde;es meramente procedimentais do inqu&eacute;rito policial. O livro analisa decis&otilde;es paradigm&aacute;ticas da Corte Interamericana de Direitos Humanos, dialogando com outros sistemas regionais de prote&ccedil;&atilde;o, como o europeu e o africano, para estabelecer par&acirc;metros concretos de atua&ccedil;&atilde;o estatal.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">Com rigor acad&ecirc;mico e sensibilidade institucional, Francini Imene Dias Ibrahin desenvolve o conceito de controle de convencionalidade policial, evidenciando o dever das autoridades p&uacute;blicas de conformar suas pr&aacute;ticas investigativas aos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil. A obra oferece, ainda, standards t&eacute;cnicos aplic&aacute;veis &agrave;s investiga&ccedil;&otilde;es de crimes contra mulheres, contribuindo para a preven&ccedil;&atilde;o da revitimiza&ccedil;&atilde;o e para a efetividade do acesso &agrave; justi&ccedil;a.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">&#127919; P&uacute;blico-Alvo<br /> A quem o livro se destina<br /> Este livro &eacute; direcionado a delegados de pol&iacute;cia, magistrados, membros do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, defensores p&uacute;blicos, advogados, pesquisadores, docentes e estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Direito, especialmente aqueles que atuam ou estudam Direitos Humanos, Direito Penal, Processo Penal, Criminologia e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de enfrentamento &agrave; viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero. Tamb&eacute;m &eacute; leitura relevante para profissionais da seguran&ccedil;a p&uacute;blica comprometidos com pr&aacute;ticas investigativas alinhadas aos par&acirc;metros internacionais.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>&#10067; Perguntas Frequentes (FAQs)</strong><br /> Qual &eacute; o enfoque central do livro?<br /> O livro analisa o inqu&eacute;rito policial convencional como instrumento de garantia dos direitos humanos das v&iacute;timas do g&ecirc;nero feminino, com base na jurisprud&ecirc;ncia da Corte Interamericana de Direitos Humanos.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">A obra aborda casos concretos julgados por cortes internacionais?<br /> Sim. O conte&uacute;do examina decis&otilde;es da Corte Interamericana e dialoga com julgados das Cortes Europeia, Africana e do Tribunal CEDEAO.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">O livro apresenta aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica para investiga&ccedil;&otilde;es criminais?<br /> Sim. A autora prop&otilde;e standards e par&acirc;metros t&eacute;cnicos para investiga&ccedil;&otilde;es com perspectiva de g&ecirc;nero, voltados &agrave; atua&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica das autoridades.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">O conte&uacute;do trata do controle de convencionalidade?<br /> Sim. Um dos eixos centrais da obra &eacute; o controle de convencionalidade policial e sua obrigatoriedade no sistema jur&iacute;dico brasileiro.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>&#127937; Conclus&atilde;o</strong><br /> Inqu&eacute;rito Policial Convencional e o direito das v&iacute;timas do g&ecirc;nero feminino sob a &oacute;tica das decis&otilde;es da Corte Interamericana de Direitos Humanos oferece uma contribui&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida, atual e tecnicamente fundamentada para o aprimoramento das investiga&ccedil;&otilde;es criminais no Brasil. Ao integrar a perspectiva de g&ecirc;nero, o sistema jur&iacute;dico multin&iacute;vel e os standards internacionais de direitos humanos, a obra fortalece pr&aacute;ticas institucionais comprometidas com a dignidade, o respeito e a efetiva prote&ccedil;&atilde;o das v&iacute;timas mulheres.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">Publicada pela Editora Mizuno, esta obra representa uma aquisi&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica para profissionais e estudiosos que buscam aprofundamento te&oacute;rico aliado &agrave; aplicabilidade pr&aacute;tica, reafirmando o papel do inqu&eacute;rito policial como instrumento essencial de justi&ccedil;a e direitos humanos.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size:16px;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Autora:<br /> Francini Imene Dias Ibrahin:&nbsp;</strong>Doutoranda em Direitos Humanos pela Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo &ndash; PUC/SP. Mestra em Direito Ambiental e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas pela Universidade Federal do Amap&aacute; &ndash; AP. Especialista em Direito Administrativo pela PUC/SP. Especialista em Direitos Humanos pelo CEI. Especialista em Intelig&ecirc;ncia Policial e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica pela ESDP/FCA. Autora, coautora, organizadora e coordenadora de obras jur&iacute;dicas. Professora da Academia de Pol&iacute;cia &ldquo;Dr. Coriolano Nogueira Cobra&rdquo; &ndash; ACADEPOL. Delegada de Pol&iacute;cia do Estado de S&atilde;o Paulo.</span></span></p>
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Sumário Ficha Técnica

Introdução

Capítulo 1

A Vítima: Contexto Histórico

1.1 A vítima no âmbito penal e processual penal no ordenamento jurídico brasileiro

1.2 A vitimização

1.3 O contexto histórico e cultural da mulher

1.4 A vítima do gênero feminino no Brasil

1.5 Cenário legal nacional de proteção dos direitos da mulher a partir da Constituição Federal de 1988

Capítulo 2

Cenário Internacional de Proteção dos Direitos da Mulher

2.1 Sistema global ou onusiano de proteção dos direitos das mulheres

2.2 O Sistema Regional Interamericano de proteção dos direitos das mulheres

2.3 O Sistema Regional Africano e o Europeu de proteção dos direitos das mulheres

Capítulo 3

O Sistema Regional Interamericano e a Proteção dos Direitos da Mulher

3.1 Comissão Interamericana de Direitos Humanos

3.2 A Comissão Interamericana de Direitos Humanos e o Caso Maria da Penha Maia Fernandes vs. Brasil

3.3 A Corte Interamericana de Direitos Humanos

3.4 O Controle de Convencionalidade e os direitos das vítimas do gênero feminino

3.4.1 O controle de convencionalidade policial e o direito das vítimas do gênero feminino

3.5 As decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos e os direitos das vítimas do gênero feminino

3.5.1 Caso Trabalhadores da Fazenda Brasil Verde vs. Brasil (2016)

3.5.2 Caso Favela Nova Brasília vs. Brasil (2017)

3.5.3 Caso empregados da Fábrica de Fogos vs. Brasil (2020)

3.5.4 Caso Márcia Barbosa Souza e outros vs. Brasil (2021)

3.5.5 Caso dos Santos Nascimento e Ferreira Gomes vs. Brasil (2024)

3.5.6 Caso González e outras (“Campo Algodoeiro”) vs. México (2009)

3.5.7 Caso Rosendo Cantú e outra vs. México (2010)

3.5.8 Caso Espinoza Gonzáles vs. Peru (2014)

3.5.9 Caso Véliz Franco e outros vs. Guatemala (2014)

3.5.10 Caso Velásquez Paiz e outros vs. Guatemala (2015)

3.5.11 Caso López Soto e outros vs. Venezuela (2018)

3.5.12 Caso Vicky Hernández e outras vs. Honduras (2021) 

3.5.13 Caso Bedoya Lima e outra vs. Colômbia (2021)

3.6 Diálogo multinível com a jurisprudência internacional 

3.7 A Corte Europeia de Direitos Humanos e os direitos das vítimas do gênero feminino 

3.7.1 Caso Opuz vs. Turquia (2009)

3.7.2 Caso Bevacqua e S. vs. Bulgária (2008)

3.7.3 A importância das decisões da Corte Europeia de Direitos Humanos

3.8 A Corte Africana de Direitos Humanos e dos Povos e os direitos das vítimas do gênero feminino

3.8.1 Caso Associação para o Progresso e a Defesa dos Direitos das Mulheres Malianas (APDF) e outro vs. República do Mali

3.9 O Tribunal de Justiça da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e os direitos das vítimas do gênero feminino

3.9.1 Caso Dorothy Njemanze e três outros vs. Nigéria (2017)

3.10 Convergência da jurisprudência internacional e os direitos das vítimas do gênero feminino na investigação criminal

Capítulo 4

Inquérito Policial Convencional e a Tutela dos Direitos das Vítimas do Gênero Feminino

4.1 Instrumentos nacionais e internacionais na investigação criminal de mortes violentas de mulheres

4.2 Standards na investigação criminal da vítima do gênero feminino

Conclusão

Referências

Inquérito policial convencional e o direito das vítimas do gênero feminino sob a ótica das decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos 1ª edição 2026 | Francini Imene Dias Ibrahin 97885778988
Inquérito policial convencional e o direito das vítimas do gênero feminino sob a ótica das decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos 1ª edição 2026 | Francini Imene Dias Ibrahin 97885778988

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