Contratos no agronegócio e a teoria da imprevisão 1ª edição 2025 | Mauricio Barbosa dos Santos e Pedro Henrique Mendes Barbosa dos Santos 9788577896356
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- Calcular freteIntrodução
CAPÍTULO 1
Historicidade do Contrato no Agronegócio
CAPÍTULO 2
Noção Geral dos Contratos
CAPÍTULO 3
Conceito de Contrato
CAPÍTULO 4
Requisitos e Pressupostos do Contrato
4.1 Capacidade do agente
4.1.1 Incapacidade absoluta
4.1.2 Incapacidade relativa
4.1.3 Capacidade da pessoa jurídica de direito público
4.1.4 Capacidade da pessoa jurídica de direito privado
4.2 Pressupostos de validade
CAPÍTULO 5
Obrigações
5.1 Obrigações contratuais e extracontratuais
5.2 Fontes obrigacionais e elementos essenciais da relação jurídica obrigacional
CAPÍTULO 6
Classificação das Obrigações
6.1 Obrigações quanto à natureza da prestação
6.1.1 Obrigação de dar coisa certa e obrigação de restituir
6.1.2 Obrigação de dar coisa incerta
6.1.3 Obrigação de dar coisa incerta
6.1.4 Obrigação de dar dinheiro
6.1.5 Obrigação de fazer
6.1.6 Obrigação de não fazer
6.1.7 Benfeitorias
6.1.8 Frutos
6.1.9 Responsabilidade pela deterioração
6.2 Obrigações quanto à pluralidade de objetos
6.2.1 Obrigação simples
6.2.2 Obrigação alternativa ou disjuntiva
6.2.3 Obrigação cumulativa
6.2.4 Obrigação facultativa
6.3 Obrigação quanto à divisibilidade
6.4 Obrigação quanto aos sujeitos (obrigação solidária)
6.5 Obrigações quanto à intensidade do vínculo
6.6 Obrigações quanto ao elemento acidental
CAPÍTULO 7
Princípios
7.1 Princípios constitucionais
7.1.1 Os princípios constitucionais do devido processo legal, ampla defesa e contraditório
7.1.2 Princípio constitucional da dignidade da pessoa humana
7.1.3 Princípio constitucional da livre-iniciativa
7.1.4 Princípio constitucional social da propriedade
7.1.5 Princípio constitucional da autonomia da vontade
7.1.6 Princípio constitucional da legalidade
7.1.7 Princípio constitucional da isonomia
7.1.8 Princípio constitucional da segurança jurídica
7.1.9 Princípio constitucional da solidariedade social
7.1.10 Princípio constitucional da defesa do consumidor
7.1.11 Princípio constitucional da probidade
7.1.12 Princípio constitucional (implícito) da soberania alimentar
7.1.13 Princípio constitucional (implícito) do equilíbrio econômico-financeiro
7.1.14 Princípio constitucional (implícito) da razoabilidade
7.2 Princípios contratuais
7.2.1 Princípio da obrigatoriedade do contrato – pacta sunt servanda
7.2.2 Princípio da relatividade dos contratos
7.2.3 Princípio da função social do contrato
7.2.4 Princípio da boa-fé objetiva
7.2.5 Princípios da autonomia da vontade e princípio do consensualismo
7.2.6 Princípio da equivalência material
7.2.7 Princípio da vedação ao enriquecimento sem causa
7.2.8 Princípio da intervenção mínima do Estado
7.2.9 Princípio do equilíbrio nas relações comerciais
7.2.10 Princípio da gravitação jurídica
CAPÍTULO 8
Formação dos Contratos
CAPÍTULO 9
Classificação dos Contratos
9.1 Classificação dos contratos: quanto ao número de partes
9.2 Classificação dos contratos: quanto à onerosidade
9.3 Classificação dos contratos: quanto à forma de execução
9.4 Classificação dos contratos: quanto ao momento da formação
9.5 Classificação dos contratos: quanto à natureza da relação
9.6 Classificação dos contratos: quanto ao grau de incerteza das prestações
9.7 Classificação dos contratos: quanto à causa
9.8 Classificação dos contratos: quanto ao objeto
9.9 Classificação dos contratos: quanto à duração
9.10 Classificação dos contratos: quanto à fase de formação
9.11 Classificação dos contratos: quanto à pessoa do contratante
9.12 Classificação dos contratos: quanto a sua formação
9.13 Contratos típicos e atípicos
CAPÍTULO 10
Vícios Redibitórios nos Contratos
CAPÍTULO 11
Evicção nos Contratos
CAPÍTULO 12
A Interpretação dos Contratos
CAPÍTULO 13
Invalidade do Negócio Jurídico
13.1 Anulabilidade do negócio jurídico
13.2 Nulidade do negócio jurídico
CAPÍTULO 14
Defeitos do Negócio Jurídico (Contrato) no Código Civil
14.1 Erro ou ignorância
14.2 Dolo
14.3 Coação
14.4 Estado de perigo
14.5 Lesão
14.6 Fraude contra credores
CAPÍTULO 15
A Teoria da Imprevisão
15.1 Conceito e origens da teoria da imprevisão
15.2 Evolução histórica da teoria da imprevisão
15.3 A Teoria da Imprevisão no Direito brasileiro
15.4 A cláusula rebus sic stantibus e a Teoria da Imprevisão
15.5 Aplicação da Teoria da Imprevisão
15.5.1 Aplicação da Teoria da Imprevisão no STJ
Conclusão
Referências
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